domingo, 14 de dezembro de 2008


"Vieste aqui para julgar minha imagem, a qual assemelha-se a repetição de tua figura sobre a face da terra. A quilometragem já não marco mais, sou tão jovem quanto és. Interpreto-te pela vida, sou artista... Sou sim, um protagonista-coadjuvante. Faço o que fazes e faço brilhantemente. Disseste que não possuo cor, que me perco em meio a escuridão. Sou um filho da luz, sou herdeiro do sol. Venho de onde não imaginas e lá estou. Sou a escuridão de tua imagem num dia de luz e, assim, acompanharei a ti pelo resto de teus dias.Eternamente, tua sombra."

domingo, 23 de novembro de 2008

O Silêncio





O silêncio as vezes assusta



De tal forma que agora



Se propaga meu espanto



E eu em pânico



Na escuridão do meu quarto.







O vento lá fora é alto



Enfurecido, leva tudo que vê.



Pessoas gritam desesperadas



E eu aqui nesse quarto



Sozinha e assustada.







As flores foram arrancadas do meu jadim!



Tudo ficou deserto



A lágrima que caíra do meu rosto



Ao léu se desvairou



Percorreu novos cantos



Soando onde passava



As minhas amargas mágoas



E meus tristonhos e iludicos encantos.

Nathália ferrão (05/10/07)
(Em uma tarde nublada,fazendo o almoço!rs)

Quebre o Silêncio



Silêncio.
A ausência dos pensamentos,
A inquietação da vida,
Da demência ao sofrimento.


Silêncio!
Deixe-me viver minhas idéias,
Deixe-me abraçar a sua vida
Deixe-me absorver seus pensamentos.


Silencie-me.
Tire minhas idéias,
Esfrie minha cabeça,
Aqueça meu corpo.
Faça-me esquecer o amanhã,
Alimente-me hoje.


Quebre o silêncio.
Quebre esse silêncio de toda uma vida,
Traga a música aos meus ouvidos,
Preencha-me com seu dom mais poderoso,
Soe sua voz junto aos meus segredos.


Não silencie seus atos.
Deixe-me guiar-te,
Deixe-me mostrar a glória de viver,
Deixe-me dividir os prazeres do barulho.


Sinta os acordes soarem,
Sinta os vibratos vibrarem,
Sinta as dissonâncias se rearranjarem.
Forme uma única melodia em duas vozes.


Silêncie o silêncio,
O meu silêncio.






O que você quer?

O que você realmente ama?
Não adianta chorar.

Não adianta sofrer.

A vida é para os fortes...

Sem piedade.

sábado, 22 de novembro de 2008

Sonda-me senhor






Sonda-me, Senhor, e me conhece




Quebranta o meu coração




Transforma-me conforme a




Tua palavra




E enche-me até que em mim se ache só a




Ti Então, usa-me , Senhor !! Usa-me








Como um farol que brilha à noite




Como ponte sobre as águas




Como abrigo no deserto




Como flecha que acerta o alvo




Eu quero ser usado da maneira que te agrade




Em qualquer hora e em qualquer lugar




Eis aqui a minha vida Usa-me, Senhor!








Usa-me, Sonda-me, quebranta-me,




Transforma-me, enche-me e usa-me Senhor!!




Aline Barros

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

REFLITA!


''Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.”'

Novembro*


Dias intensos tenho em ti

Mais longos,vermelhos,floridos...

Novembro...

Pedacinhos de céu,patinhos,

Carrocel,barquinhos de papel

jogo na fonte e deixo passear.

Novembro, sempre foi mes de brincar!


Sinto em ti uma dose de audácia,

misturada com euforia,

"Veva", fica até gostoso lembrar!


Já te vejo chegando

Sinto teu cheiro no ar.

Teu gosto, tua cor, teu veneno,

Sabor que tenho sede ao lembrar.


Novembro...

Mes de pessoas especiais,

Do Deco, do Dani, do meu Pai

Mes que fico feliz em começar

30 dias de núpicias irei passar.

Obrigada novembro!


nathalia 29/10/08

terça-feira, 4 de novembro de 2008


"tudo que chega, chega sempre por alguma razão."

sábado, 1 de novembro de 2008

O que me faz bem



Acho a maior graça.
Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo, faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde!
E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda!
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é melhor do que nada!

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Coloquial!


Desde julho que não dou uma passada por aqui,

acho que estava sem animo...
Toda vez que escrevo desabafo,

escrever para mim em certas horas é como respirar,necessário!

tinha dado uma parada, mas não sei...

tem me dado vontade de escrever!

demorou um pouco, mas,podem esperar que viram coisas novas!!!

Nathália



Cartola

Deixe-me ir

Preciso andar

Vou por aí a procurar

Rir prá não chorar

Deixe-me irPreciso andar

Vou por aí a procurar

Rir prá não chorar...



Quero assistir ao sol nascer

Ver as águas dos rios correr

Ouvir os pássaros cantar

Eu quero nascer

Quero viver...



Deixe-me ir

Preciso andar

Vou por aí a procurar

Rir prá não chorar

Se alguém por mim perguntar

Diga que eu só vou voltar

Depois que me encontrar...



Quero assistir ao sol nascer

Ver as águas dos rios correr

Ouvir os pássaros cantar

Eu quero nascer

Quero viver...



Deixe-me irPreciso andar

Vou por aí a procurar

Rir prá não chorar...



Deixe-me ir preciso andar

Vou por aí a procurar

Sorrir prá não chorar

Deixe-me ir preciso andar

Vou por aí a procurar

Rir prá não chorar...


quinta-feira, 3 de julho de 2008

Rascunho


Hoje prometo ser mais espôntanea possível!

Não troxe nenhum papel,vai ser tudo no improviso!

Quero me libertar dessas riminhas fáceis do cotidiano!

Desse sentimento improvisado,mal formatado,

Tão tilintintado que sempre vi!


Quero cheiro de mar

Luz do luar

canção de ninar

para meus medos levar!


Vou jogar adedonha,pular corda,brincar de roda!

Vou voltar a época de criança, vou me despreoculpar!

Quero mais diversão, menos obrigação,

Quero mais emoção, para minha vidinha enfeitar!


Apaixonar-me não seria má ideia,

seria um requinte a platéia que do meu espetáculo vivi a acompanhar!

Dou-lhes boas vindas outra vez a esse novo espetáculo,

espero que gostem desse novo ato que tanto estou me dedicando a criar!



genteeeee.....estou pasma!

escrevi isso agoraaa!!!rsrsrrs


adorei!

espero que gostem tbm!

sexta-feira, 27 de junho de 2008



A versão do artista não significa uma distorção da realidade;


Ao contrário, a correção de uma imagem distorcida de um


Objeto visto de uma determinada posição, a qual de maneira
Alguma, representa como ele é de verdade.


autor desconhecido




Escritora de minha própria trajetória,

Vou desenhando meus passos,

Trazendo em mim os meu marcos

Garantidos pelas escritas de um destino

Que eu mesma criei.


nathália

quarta-feira, 25 de junho de 2008

No meu palco


No palco em que me encontro
As luzes estão sempre viradas para mim!
não vejo ninguém na platéia,
Sei que não existem ensaios
Porque quando se abrem as cortinas
Não se tem para onde correr,
O público sempre vem
Para ver o que você tem a oferecer.
E nesse palco que não param as cenas,
Também sou autora dos dilemas,
Mesmo correndo o riso de onde
Minha fantasia irá,crio sem medo
Nem pudor de tentar!
Afinal, tenho que dar um final
A mais um dia.
Com os movimentos que formam minhas escritas
Vou desenhando minha vida.
Encontro-me com o passado,
Relembro de todos os atos finalizados
Aplausos bem demorados, gostosos de lembrar!
Penso no futuro...
Na verdade, penso mais que deveria,
Penso mais que até podia pensar.
Meu passado, meu presente
Entram em um círculo referente
A tudo que já vivi.
Hoje sigo animadamente
Para um futuro inocente
Que ainda não conheci.
Planejo, ensaio, mas na hora é tudo improvisado
Como sempre, mas nunca desisti!
Fim de mais um dia,
Hora de encerrar outro ato,
Montar-me em outro palco,
Mudar o rumo da cena,
Porque à mocinha, dona do poema
Voltou a sorrir!

Nathália Ferrão*