
Sejam bem vindos: A minha vida, a minha história, as minhas fantasias... a meus medos,as minhas dúvidas, ao meus errros e acertos também! a minha criatividade,a minha leitura, a meus poemas, a minhas ilusões, a meus conceitos, anatomia, a minha inocência,A MEU EU! As minhas paixões,aos meus amores, as minhas risadas,aos meus choros, Enfim...Ao meu pensamento, Ao meu coração!!! SEJAM BEM VINDOS! Nathália Ferrão
domingo, 14 de dezembro de 2008

domingo, 23 de novembro de 2008
O Silêncio

O silêncio as vezes assusta
De tal forma que agora
Se propaga meu espanto
E eu em pânico
Na escuridão do meu quarto.
O vento lá fora é alto
Enfurecido, leva tudo que vê.
Pessoas gritam desesperadas
E eu aqui nesse quarto
Sozinha e assustada.
As flores foram arrancadas do meu jadim!
Tudo ficou deserto
A lágrima que caíra do meu rosto
Ao léu se desvairou
Percorreu novos cantos
Soando onde passava
As minhas amargas mágoas
E meus tristonhos e iludicos encantos.
Nathália ferrão (05/10/07)
(Em uma tarde nublada,fazendo o almoço!rs)
Quebre o Silêncio
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Silêncio.
A ausência dos pensamentos,
A inquietação da vida,
Da demência ao sofrimento.
Silêncio!
Deixe-me viver minhas idéias,
Deixe-me abraçar a sua vida
Deixe-me absorver seus pensamentos.
Silencie-me.
Tire minhas idéias,
Esfrie minha cabeça,
Aqueça meu corpo.
Faça-me esquecer o amanhã,
Alimente-me hoje.
Quebre o silêncio.
Quebre esse silêncio de toda uma vida,
Traga a música aos meus ouvidos,
Preencha-me com seu dom mais poderoso,
Soe sua voz junto aos meus segredos.
Não silencie seus atos.
Deixe-me guiar-te,
Deixe-me mostrar a glória de viver,
Deixe-me dividir os prazeres do barulho.
Sinta os acordes soarem,
Sinta os vibratos vibrarem,
Sinta as dissonâncias se rearranjarem.
Forme uma única melodia em duas vozes.
Silêncie o silêncio,
O meu silêncio.
sábado, 22 de novembro de 2008
Sonda-me senhor

Sonda-me, Senhor, e me conhece


segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Novembro*

terça-feira, 4 de novembro de 2008
sábado, 1 de novembro de 2008
O que me faz bem

Acho a maior graça.
Tomate previne isso, cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo, faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde!
E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda!
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é melhor do que nada!
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Coloquial!


Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar
Deixe-me irPreciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...
Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer
Quero viver...
Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar
Se alguém por mim perguntar
Diga que eu só vou voltar
Depois que me encontrar...
Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer
Quero viver...
Deixe-me irPreciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...
Deixe-me ir preciso andar
Vou por aí a procurar
Sorrir prá não chorar
Deixe-me ir preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir prá não chorar...
quinta-feira, 3 de julho de 2008
Rascunho
sexta-feira, 27 de junho de 2008
quarta-feira, 25 de junho de 2008
No meu palco
As luzes estão sempre viradas para mim!
não vejo ninguém na platéia,
Sei que não existem ensaios
Porque quando se abrem as cortinas
Não se tem para onde correr,
O público sempre vem
Para ver o que você tem a oferecer.
E nesse palco que não param as cenas,
Também sou autora dos dilemas,
Mesmo correndo o riso de onde
Minha fantasia irá,crio sem medo
Nem pudor de tentar!
Afinal, tenho que dar um final
A mais um dia.
Com os movimentos que formam minhas escritas
Vou desenhando minha vida.
Encontro-me com o passado,
Relembro de todos os atos finalizados
Aplausos bem demorados, gostosos de lembrar!
Penso no futuro...
Na verdade, penso mais que deveria,
Penso mais que até podia pensar.
Meu passado, meu presente
Entram em um círculo referente
A tudo que já vivi.
Hoje sigo animadamente
Para um futuro inocente
Que ainda não conheci.
Planejo, ensaio, mas na hora é tudo improvisado
Como sempre, mas nunca desisti!
Fim de mais um dia,
Hora de encerrar outro ato,
Montar-me em outro palco,
Mudar o rumo da cena,
Porque à mocinha, dona do poema
Voltou a sorrir!
Nathália Ferrão*




