
O silêncio as vezes assusta
De tal forma que agora
Se propaga meu espanto
E eu em pânico
Na escuridão do meu quarto.
O vento lá fora é alto
Enfurecido, leva tudo que vê.
Pessoas gritam desesperadas
E eu aqui nesse quarto
Sozinha e assustada.
As flores foram arrancadas do meu jadim!
Tudo ficou deserto
A lágrima que caíra do meu rosto
Ao léu se desvairou
Percorreu novos cantos
Soando onde passava
As minhas amargas mágoas
E meus tristonhos e iludicos encantos.
Nathália ferrão (05/10/07)
(Em uma tarde nublada,fazendo o almoço!rs)







