domingo, 23 de novembro de 2008

O Silêncio





O silêncio as vezes assusta



De tal forma que agora



Se propaga meu espanto



E eu em pânico



Na escuridão do meu quarto.







O vento lá fora é alto



Enfurecido, leva tudo que vê.



Pessoas gritam desesperadas



E eu aqui nesse quarto



Sozinha e assustada.







As flores foram arrancadas do meu jadim!



Tudo ficou deserto



A lágrima que caíra do meu rosto



Ao léu se desvairou



Percorreu novos cantos



Soando onde passava



As minhas amargas mágoas



E meus tristonhos e iludicos encantos.

Nathália ferrão (05/10/07)
(Em uma tarde nublada,fazendo o almoço!rs)